Fenômeno de crítica e público que ultrapassou a marca de 400 mil exemplares vendidos na França, o livro A lista dos meus desejos conta a trajetória de Jocelyne Guerbette, uma mulher de meia-idade que vive numa pequena cidade francesa e divide seu tempo entre o trabalho no armarinho e a vida pacata com o marido. Tudo muda quando ela decide jogar na loteria, pressionada por duas amigas. Sozinha, ganha 18 milhões de euros. É o início de uma reviravolta em sua vida. Por um lado, tudo em que ela sempre acreditou começa a desmoronar diante de seus olhos. Por outro, Jo poderá descobrir a felicidade onde nunca havia esperado. Aos poucos, sua vida muda de forma irreversível. Livro no Skoob / + Informações
Há dez anos, numa noite de inverno, os irmãos Kate, Michael
e Emma foram tirados de suas camas às pressas, perseguidos por criaturas
estranhas e levados para longe de seus pais, os quais nunca mais viram. Desde
então, os três passaram todo esse tempo vivendo em vários orfanatos sem saber o
que de fato aconteceu naquela noite. Kate, a mais velha, é a única que tem
lembranças dos pais, a quem jurou proteger seus irmãos a todo custo até que a
família estivesse reunida novamente; Michael, o do meio, adora o mundo dos
livros e histórias de magia e é sempre alvo de implicância dos garotos mais
velhos; e Emma, a mais nova, é uma verdadeira encrenqueira, mas de grande
coração. Quando chegam a uma mansão abandonada, os irmãos encontram um atlas
encantado que os faz viajar no tempo e os leva para uma terra habitada por gigantes,
anões, lobos famintos, crianças prisioneiras e uma condessa que é a fonte de
todo o Mal. Assim, as crianças que apenas buscavam o paradeiro de seus pais
acabam tendo que salvar o mundo.
Há dez anos, Kate, Michael e Emma foram retirados de seu
convívio com os pais e levados as pressas para um esconderijo pois corriam
perigo. Dessa forma os três irmãos vão parar em um orfanato sem nenhuma
lembrança de seus pais, bom, quase nenhuma, Kate a mais velha dos irmãos tem
uma única lembrança de sua mãe lhe pedindo para cuidar de Michael e Emma.
Dez anos mais tarde e vários orfanatos depois, Kate, Michael
e Emma continuam esperando que seus pais venham buscá-los e talvez por essa
insistência dos três em afirmarem não serem órfãos nunca conseguiram ser
totalmente aceitos em nenhum dos orfanatos, isso e a habilidade excepcional de
Emma em arrumar confusão e sair no braço com as outras crianças.
Após as crianças estragarem sua última oportunidade de serem
adotadas, são enviadas a um orfanato em Cambridge Falls comandado
com mãos de ferro pela rabugenta Sra. Crumley. A primeira impressão que as
crianças tem de Cambridge Falls é um lugar desprovido de alegria, onde não se
vê nenhuma pessoa pelas ruas e nenhum indício de que haja crianças vivendo ali.
No orfanato a situação não é muito diferente da cidade,
incrivelmente os três são as únicas crianças no orfanato e ficam apreensivas
quanto a isso pois aprenderam a não confiar em ninguém nesses dez anos. Com a
necessidade de explorarem a casa e os arredores do lugar onde irão viver, as
crianças acabam descobrindo uma espécie de laboratório e um livro de capa verde
esmeralda muito estranho com suas páginas em branco, e é através desse livro
que toda aventura se iniciará.
Bom, eu acabei demorando um pouco na leitura desse livro por
estar desacostumada a livros com páginas brancas, isso acabou sendo muito
cansativo pra mim pois não conseguia ler mais que 2 ou 3 capítulos por
vez.
A escrita do autor é cativante, apesar de ter alguns
"clichês" inspirados em outras obras tidas como referências quanto a
magia, é simplesmente cativante, cheio de magia (como disse aí atrás), ação,
aventura e o relacionamento dos três irmãos é recheado de emoções tão bem
formuladas que fica praticamente impossível não se envolver.
Um personagem que me conquistou foi o Gabriel, um guerreiro
que é destemido e enfrentará a temida Condessa logo no começo da aventura das
crianças no passado. É aquele tipo grandão, meio mandão e rabugento que depois
de um tempinho passa a demonstrar ser um amigo leal, protetor e que não mede
esforços para defender o que acredita ser o correto.
A Kate (irmã mais velha das crianças) também me conquistou
de certa forma, pois apesar de ter apenas 14 anos e se portar como a adulta
responsável por seus irmãos comete muitas burradas (pelo menos a primeira
vista) mas sempre tentando proteger seus irmãos e honrar a promessa que fez a
sua mãe dez anos atrás.
Com certeza recomendo esse livro para quem gosta de infanto-juvenis
e arrisco a dizer aqui que é um livro que vale a pena ler, apesar de ter muitos
elementos já bastante explorados em outras histórias, e foi justamente sua
escrita e forma de conduzir o enredo que me conquistaram.
"[...] Já vou avisando. Não tolero bagunça de criança.
Não admito que corram, gritem, berrem, riam alto, andem com mãos ou pés sujos,
nem façam comentários grosseiros." Pág 22
"Você quer dizer experiência em mexer na terra e falar
"Ah, olhem essa pedra! Vamos fingir que ela pertenceu a um anão! Quero me
casar com ela!" Pág 36
"Kate sentiu um gosto salgado e percebeu que também
estava chorando. Secou as lágrimas e olhou para a bela criatura com olhos cor
de violeta do outro lado da mesa e fez uma promessa silenciosa de que, se tivesse
uma chance, a mataria pelo que ela fez." Pág 84
Sinopse: Em 1692, Salem, Massachusetts, o cenário é de uma histérica caça às bruxas. Mais de 150 pessoas presas. Trinta enforcadas.Uma comunidade marcada para sempre pela desconfiança de que a pessoa ao lado poderia ser adepta da feitiçaria e adoradora do demônio. Em 1991, Connie Goodwin, uma estudante de doutorado, se muda para a velha casa de sua avó, nas proximidades de Salem. Connie é prática, racional, cética. Mas a casa parece guardar segredos, lembranças de uma época em que a ciência se confundia com a fé, entre elas, um Bíblia do século XVII. Dentro dela, uma chave. Enrolado na chave, um papel. Nele, um nome escrito: Deliverance Dane. Quem foi essa mulher? Como ela viveu, morreu e qual a sua relação com a casa? Ao desvendar este enigma, Connie mergulhará no passado da região e terá de reavaliar sua visão de mundo e sua própria identidade.
Livro no Skoob
Vou começar essa resenha com a citação que me fez querer comprar o livro:
"Hoje fiquei olhando enquanto Giles Corey era imprensado entre as pedras até a morte. Ele havia ficado daquele jeito por dois dias, mudo. A cada pedra lhe diziam que ele devia implorar, do contrário poriam mais pedras. Mas ele apenas sussurrava: "Mais peso". De pé no meio da multidão encontrei Deliverance Dane, que ficou branca, apertou minha mão e chorou quando puseram a última pedra."
Fragmento de carta com a data: "Cidade de Salem, 16 de Setembro de 1692".
Esse fragmento de carta faz parte do acervo de Manuscritos Raros do Athenæum de Boston.
Então acho que o mais me chamou a atenção foi o livo ser escrito baseado em uma história verdadeira, fatos históricos reais e não apenas uma invenção da cabeça de um autor. Nesse caso não totalmente.
Connie Goodwin aluna de pós-graduação de História Colonial dos Estados Unidos, após passar no exame oral de qualificação, para o qual se preparou o ano inteiro. Recebe uma ligação de sua mãe pedindo um favor. Esse favor consistia em ir até a casa de sua falecida avó nas proximidades de Salem, organizar, limpar e preparar a casa para ser vendida.
Só que ao chegar lá, Connie se depara com uma casa do período colonial que parece ter sido abandonada a centenas de anos, não tem luz elétrica, telefone ou algum outro conforto dos tempos modernos, com exceção da água encanada que milagrosamente ainda funciona.
Em seu segundo dia na casa, Connie resolve investigar a biblioteca de sua avó em busca de algum livro antigo que possa valer algum dinheiro ou que possa ter alguma serventia para ela, ao abrir uma Bíblia muito antiga algo cai do meio de suas páginas no chão, uma chave toda ornada com um papel enrolado nela, escrito nesse papel, apenas duas palavras: Deliverance Dane.
A partir daí Connie e sua curiosidade de pesquisadora histórica entram em ação e em breve se verá mergulhada em um enigma que poderá lhe trazer o material único para sua dissertação, reconhecimento de seu orientador Chilton e a consciência de que nem sempre a lógica racional pode explicar tudo que acontece, e que às vezes é preciso unicamente acreditar.
"Connie suspirou sentindo-se subitamente perdida ao pensar nas tarefas que tinha pela frente. Ela não queria ter de se preocupar com plantas venenosas na cozinha, cobras de jardim na sala, cobranças de impostos atrasados. Só o que ela realmente queria fazer era jantar e fingir que não era esse o verão que tinha pela frente." Pág 51
" – Ah – sussurrou Connie com os olhos arregalados pela visão da cidade se estendendo sob seus pés. Sam pôs uma das mãos sobre a dela, que estava pousada no parapeito, e ela sentiu a sua pele quente e seca. Sua outra mão tocou-lhe o queixo, deslizando por seu pescoço e sua orelha. E quando ela se voltou para lhe fazer uma pergunta, os lábios dele encontraram os dela num beijo profundo, que durou até a cortina alaranjada do sol poente ter sido totalmente puxada para revelar as estrelas cintilando no alto." Pág 145